Imagine que dentro de nós existem “modelos” universais de pensamento, como ideias e imagens que são comuns a todos. Carl Jung chamou esses modelos de arquétipos. Eles estão em nosso inconsciente e influenciam como vemos e agimos no mundo, surgindo em mitos e sonhos.
Exemplos? “O Guerreiro” que evoca coragem e bravura, “A Musa” que inspira, fascina e provoca a ação ou “A Pureza” associada a simplicidade, idealismo e renovação.
Esses desenhos retratam figuras que representam conceitos, extrapolando a individualidade de um personagem só. E tal característica permite trabalhar mais de uma representação para cada “modelo”.
Esse é um projeto para o qual não me imponho um prazo. Vou produzindo despretensiosamente e sem pressa.








